FOTÓGRAFO DE
ARQUITETURA

IVO TAVARES
STUDIO

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Edifício Industrial Vouga

Reportagem Fotografia de arquitectura portuguesa fotografo Ivo tavares studio projecto Vouga de numa

De caixa preta e interior branco é a nova fabrica de bicicletas de Águeda.

Reportagem Fotografia de arquitectura portuguesa fotografo Ivo tavares studio projecto Vouga de numa

INFORMAÇÃO TÉCNICA

ATELIER DE ARQUITETURA
ARQUITETO RESPONSÁVEL
Nuno Silva
LOCALIZAÇÃO
ANO DE CONCLUSÃO DA OBRA
ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA (M2)
3200m2
FOTÓGRAFO

DESCRIÇÃO DO PROJETO

"O terreno, de forma não regular, desenvolve-se perpendicularmente à estrada nacional no 333 em Águeda.

Tendo em conta as condicionantes regulamentares do PDM e os regulamentos municipais, a proposta de implantação foi desenhada por forma a respeitar as suas especificações.
A proposta partiu de um paralelepípedo com as dimensões de 100 m de comprimento por 32 m de largura. Dadas as condicionantes do regulamento, e à irregularidade do terreno, a sua forma inicial sofreu alterações, por forma a respeitar todas as especificações.
Em termos de cércea, o regulamento prevê uma altura máxima de 9 metros. Para dissimular o caracter de paralelepípedo, o edifício foi partido em 3 alturas (2,5 - 2,5 - 4).

Em termos de programa funcional, e dada a especificidade do mesmo, percebeu-se desde logo que o edifício se poderia desenvolver em 2 pisos: piso 0 (R/C) e piso 1.
Na mesma lógica, percebeu-se que a separação do programa podia ser feita em 3 áreas distintas: a exposição; de escritórios e de armazenagem.

Assim, e em termos de programa funcional, o edifício desenvolve-se no rés do chão com a zona mais pública e de fácil acesso compreendida com a zona de exposição e a zona de armazenagem. Em termos de distribuição no terreno, a zona mais pública e de exposição fica junto à rua principal (nacional 333) e a zona de armazém na parte de trás do terreno e com um acesso secundário. No piso 1, e na zona mais privada e de acesso restrito, os escritórios e zona de bar / refeitório.
Como forma de apoio a estas duas zonas, foi criada uma plataforma exterior (terraço) no piso 1. Esta zona fez com que se pudesse criar uma desmaterialização no paralelepípedo inicial.

No que concerne à materialidade do edifício, optou-se pela simplificação do sistema construtivo, sendo o edifício todo revestido com o mesmo material (chapa ondulada de cor escura) e na zona de entrada e exposição assumir uma maior transparência, tendo-se optado por um revestimento em murolux e caixilharia em vidro."

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