FOTÓGRAFO DE
ARQUITETURA

IVO TAVARES
STUDIO

PROJETO ANTERIOR PROJETO SEGUINTE

Antigo Hotel do Louvre

Edificio ANTIGO-HOTEL-DO-LOUVRE com arquitetura Diana Barros e fotografia de Ivo Tavares Studio

Edifício do século XIX — Antigo Hotel do Louvre — reabilitado pela arquitecta Diana Barros, tem uma escadaria central singular que se estende até ao último piso, coroada por uma clarabóia majestosa.

Edificio ANTIGO-HOTEL-DO-LOUVRE com arquitetura Diana Barros e fotografia de Ivo Tavares Studio

INFORMAÇÃO TÉCNICA

ATELIER DE ARQUITETURA
ARQUITETO RESPONSÁVEL
Diana Barros
COLABORAÇÃO
Marcos Maia e Joana Fernandes
LOCALIZAÇÃO
ANO DE CONCLUSÃO DA OBRA
ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA (M2)
945 m2
FOTÓGRAFO

DESCRIÇÃO DO PROJETO

"Construído em meados do século XIX para alojar um nobre duriense, a notoriedade do edifício consolidou-se no tempo através da decoração minuciosa das carpintarias, enquadradas no rigor compositivo da fachada oitocentista, e da incrível escadaria existente no núcleo do edifício, que se prolonga até ao último piso e é rematada pela claraboia central. Encarnou vários usos ao longo do tempo, de hotel preparado para receber imperadores, a sede de um movimento de resistência ao Estado Novo, da casa do Cineclube do Porto a escola de condução. O programa proposto implicou faze-lo encarnar um outro: habitação coletiva com comércio e serviços no piso térreo. Talvez mais pedestre, mas não menos arrojado, dada a dominância do uso turístico na zona. O projeto Antigo Hotel do Louvre procurou respeitar a incrível polivalência de um edifício que já foi quase tudo, mantendo a organização das áreas comuns e acessos, o cuidadoso trabalho decorativo que sobreviveu nas cantarias da fachada e nas carpintarias interiores e exteriores e o sistema construtivo usado nas lajes e escadaria central. A tensão entre a escala do edifício original e os usos domésticos agora introduzidos é acentuada pelo desenho elementar dos novos elementos, enfatizando as texturas e cores dos materiais. O objetivo fundamental foi criar um conjunto robusto e coerente, funcionalmente integrado mas adaptável e capaz de rentabilizar os recursos naturais e humanos investidos na sua reabilitação, prolongando a sua vida útil e preparando-o para mais século e meio de uso e outras tantas encarnações. "

subscreve a newsletter mensal "Cartas Para Quem Habita".

PRIVACIDADE

Usamos cookies para medir visitas e para carregar vídeos e áudio do YouTube e Spotify. Se recusar, os vídeos e conteúdos de áudio não serão exibidos.