FOTÓGRAFO DE
ARQUITETURA

IVO TAVARES
STUDIO

PROJETO ANTIGO PROJETO RECENTE

Oporto MAZARS offices

Escritorios Forvis Mazars com arquitetura Grau Zero e fotografia

Oporto MAZARS office, projetado pelo atelier GRAU.ZERO Arquitectura, propõe um escritório contemporâneo onde a tecnologia e o bem-estar se equilibram num ambiente fluido, sereno e centrado nas pessoas. A paleta cromática neutra e os materiais naturais evitam o ruído visual e promovem foco, inovação e conexão humana — num espaço que procura não parecer um escritório convencional.

Escritorios Forvis Mazars com arquitetura Grau Zero e fotografia

INFORMAÇÃO TÉCNICA

ATELIER DE ARQUITETURA
ARQUITETO RESPONSÁVEL
Sérgio Manuel Nobre
COLABORAÇÃO
Renata Caetano Pereira; Stefani Goulart
LOCALIZAÇÃO
ANO DE CONCLUSÃO DA OBRA
ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA (M2)
700m2
FOTÓGRAFO

DESCRIÇÃO DO PROJETO

"Para a elaboração do fit-out das novas instalações da Forvis Mazars no Porto, procurámos que os valores da marca se tornassem o fio condutor do espaço físico, reflectindo a identidade, o posicionamento e a ambição da empresa. Tendo em consideração a natureza da sua actividade, uma multinacional de referência nas áreas de auditoria, fiscalidade e consultoria, com presença em mais de 100 países, procurámos encontrar o equilíbrio entre a precisão do universo tecnológico e a expressividade do artesanal. Esta abordagem teve como principal objectivo romper com a rigidez institucional e o classicismo frequentemente associados às empresas deste sector, propondo um ambiente mais contemporâneo, fluido e adaptável. Na procura por uma linguagem espacial intemporal e coerente com a visão da organização, apostámos num conceito assente na total flexibilidade, alinhado com práticas já implementadas como o clean desk e o anywhere office. A proposta espacial incorpora áreas colaborativas, altamente tecnológicas e, acima de tudo, centradas no bem-estar das pessoas. Pretendeu-se criar um ambiente onde produtividade, saúde mental, inovação e conexão humana coexistam em harmonia, respondendo aos desafios de um mundo cada vez mais digital e globalizado. A abordagem conceptual baseou-se na ideia de dualidade: o artesanal, o feito à medida, o natural e o orgânico coabitam com o racional, o eficiente, o preciso e o tecnológico. Superfícies reflectoras estabelecem um diálogo subtil com materiais mais brutos, como gessos areados ou pedra, numa composição onde o imperfeito assume também um papel de beleza e valor estético. Esta tensão entre opostos é intencional, promovendo uma leitura mais rica e emocional do espaço. Concebido para não ser reconhecido como um espaço de trabalho tradicional, o ambiente proposto é sensorialmente envolvente e, simultaneamente, sereno. Evita estímulos visuais excessivos, privilegiando uma atmosfera que inspira emoções e favorece o foco.

A paleta cromática assenta em tons crus e neutros, estabelecendo um contraste intencional com as cores corporativas do manual de identidade visual da Forvis Mazars. Este contraste reforça a ideia de serenidade, elegância e intemporalidade, oferecendo uma base visual discreta, mas sofisticada, que permite que o espaço respire e acolha os seus utilizadores com equilíbrio e conforto." Texto fornecido pelo arquitecto

subscreve a newsletter mensal "Cartas Para Quem Habita".

PRIVACIDADE

Usamos cookies para medir visitas e para carregar vídeos e áudio do YouTube e Spotify. Se recusar, os vídeos e conteúdos de áudio não serão exibidos.