DESCRIÇÃO DO PROJETO
"Um refúgio escondido em Lisboa
O conjunto nasceu de um projeto de valorização patrimonial de um edifício devoluto com uma ex- tensa área em logradouro. Nessa área foi construída uma fração unifamiliar independente, que aqui apresentamos como casa Prazeres 3.
A casa desenvolve-se em dois níveis, refletindo a adaptação à topografia e definindo a relação com a construção na parcela fronteira. Uma das principais preocupações do desenho foi a de promover uma massa que volumetricamente se apresentasse como elemento anónimo, enterrado, que de- saparecesse no território confundindo-se com o manto verde existente.
Adaptando-se às cotas existentes, o programa materializa-se em duas partes. O núcleo superior é composto pelas áreas comuns. A zona de estar, de jantar e a cozinha são contínuas e a sensação de estar ao ar livre é realçada por grandes planos envidraçados. Na ala inferior, são desenhadas cinco suítes - uma de- las independente - que se debruçam sobre o jardim e piscina.
Em termos funcionais, as casas Prazeres 37 e Possidónio da Silva 37 (antigo edifício devoluto acima referido) encontram-se ligadas entre si através de uma zona de comunicação composta por átrio de entrada, acessos e estacionamento.
O ponto de encontro entre as duas parcelas é feito no exterior.
Transversal a toda a intervenção foi o cuidado em manter a privacidade dos habitantes por isso, embora contíguas entre si, foram desenhadas barreiras visuais naturais que enquadrassem as duas tipologias e lhes dessem o protagonismo necessário nos núcleos em que se encontram."
Fragmentos
O conjunto nasceu de um projeto de valorização patrimonial de um edifício devoluto com uma ex- tensa área em logradouro. Nessa área foi construída uma fração unifamiliar independente, que aqui apresentamos como casa Prazeres 3.
A casa desenvolve-se em dois níveis, refletindo a adaptação à topografia e definindo a relação com a construção na parcela fronteira. Uma das principais preocupações do desenho foi a de promover uma massa que volumetricamente se apresentasse como elemento anónimo, enterrado, que de- saparecesse no território confundindo-se com o manto verde existente.
Adaptando-se às cotas existentes, o programa materializa-se em duas partes. O núcleo superior é composto pelas áreas comuns. A zona de estar, de jantar e a cozinha são contínuas e a sensação de estar ao ar livre é realçada por grandes planos envidraçados. Na ala inferior, são desenhadas cinco suítes - uma de- las independente - que se debruçam sobre o jardim e piscina.
Em termos funcionais, as casas Prazeres 37 e Possidónio da Silva 37 (antigo edifício devoluto acima referido) encontram-se ligadas entre si através de uma zona de comunicação composta por átrio de entrada, acessos e estacionamento.
O ponto de encontro entre as duas parcelas é feito no exterior.
Transversal a toda a intervenção foi o cuidado em manter a privacidade dos habitantes por isso, embora contíguas entre si, foram desenhadas barreiras visuais naturais que enquadrassem as duas tipologias e lhes dessem o protagonismo necessário nos núcleos em que se encontram."
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